o que? escrever de novo a mesma coisa,?essa oisa asquerosa escriota que se faz de marginal mainstream de quijo lento do arbor abstruso, han/ a linguagem que se perdeu tres minutos pra escreevr 17 palavras, tudo desfeito...como se o nada tivesse vindo pra tomar conta, sem medo de contar aos outros o que aconteceu, momentos de raiva ,possuído pelo demontrsativo da vontade masculina de poder e raiva e raiva e raiva eu tomado pelo diabo vasculhei a exterioridade pra tomar dele o que eu achava que era meu, e fui lá bem lá pegar de volta, achei que fizesse parte mas não era, as cpessaoas me tratavam no máximo como animal exótico, numa gaiola do lado de fora, podendo falar mas condenado a só estar olhando, ninguém prest a atenção e isso mata,

ines cardoso, incrível, tomado das imagesnq ue me evocam esse noemme eu nõ pude nem escrever, porque tantas e tão poucas as imagens de dentro dela que ela me traz de dentro dela, fui uma esponja hoje, wilson sukorski, me ouvindo com certeza , assim como eu me inteiro ao me expandir, os ouvidões sarados e a rachel ao lado, rachelzinha linda e impossível para mim porque eu fiz a barreira onde deveria haver apassagem, eu ou nós fizemos um labirinto onde deveria haver desejo, por isso eu entendo o video florescencia um desejo submetido à cidade arquitetura falica deste pobre seculo xx. desejo reprimido de dentro de fora dos predios., leila , leial d, porque eu sinto tanto algo por alguem que eu nao conheco,nunca toquei nnca convivi, apenas troquei imagens e efluvios? fiz ess e desejo ou eELAtambem o sente neste exato momento, no 3:17 deste 27/2? depois de voltar do cinepifania onde alegremente conversei quase que a noite toda com patricia moran onde conversamos de bh ela a mineira a nossa frente, beagá, eu que já estive lá.

agora aqui de volta ao nada,

não antes lá ainda o video da rachel...nós tres: eu patricia e ines conveersando dentro ao redor da mesa, aliás a mesa era o espírito da festa a própria mesa, eu inclusive, vamos lá ela de todo: chiquinho, primeiro que eu cumprimentei sobre o clipe que faremos do fabio feter sistema racional. ao lado a menina luciana que eu conversei de inicio com a pergunta estupida feita por mim: em que voce trabalha mesmO? mas é claro, são paulo seu nome é trabalho então isso todo mundo faz...é melhor do que começar com um, tá qehnte hoje ou tá frio, né, o foda é que trabalho tem assunto até nào poder mais e emendar o outro dia quando temos que trabalhar , e gastar a festa com isso realemnte é algo tenebroso. lom. depois tinha a menina que chegou depois e que não soube o nome e não flei só beijei na saída etao, sob o alcool todos acabam se cumprimetnado ( adeus à revisao ) é a droga do amor ou deveria te rsido ou nunca será, adroga do amor é a verdade, mas inguém para pra parar e aceitar.

mas aceitar o que mesmo? não pra sair por aí pregando; ainda mais pregando o nada

.o

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antes disso eu era assim:

e logo a seguir: minha vida na bienal de sp